Rattan – Materiais Sustentáveis / Arquitetura de Interiores

Quando começamos a pesquisar materiais sustentáveis dentro da arquitetura de interiores, ou materiais com um ciclo de vida sustentável, geralmente encontramos muitas opções desenvolvidas atrás de fibras naturais.
Ultimamente um material que voltou muito a ser utilizado em móveis e decoração de interiores é aquela “telinha que tinha na casa da vó”.

 

Não está lembrado?
Então dá uma olhada nesses exemplos e veja se não vem uma boa lembrança na sua cabeça:

Sim, a utilização deste material está voltando com bastante força na decoração de interiores, e sabe qual o nome correto deste material?

Rattan

Mas afinal, o que é Rattan?

É a mesma coisa que o vime?

Então, na verdade o rattan e o vime são igualmente fibras naturais.
A diferença entre eles está na planta de origem, contudo, são muito semelhantes na forma com que são trabalhados, apresentando o mesmo tipo de tramas e trançados.

Originário de países da Ásia e da Oceania, o rattan é uma espécie de palmeira conhecida como Calamos Rotang. Ao contrário do vime que é extraído de árvores do gênero Salix, sendo as mais populares o Salgueiro e o Chorão.

As fibras maleáveis, flexíveis e resistentes do rattan o tornam uma das melhores opções de fibras naturais para confecção de móveis e objetos.

Com o rattan é possível criar móveis de todo o tipo, em especial cadeiras, poltronas, mesas de centro, mesas laterais e sofás, além de cestos, caixas, bandejas e outros objetos funcionais e decorativos.

Materiais Sustentáveis – Arquitetura de Interiores

O rattan também tem a característica de ser sustentável, uma vez que a planta se caracteriza por ter um crescimento semelhante a de espécies do tipo trepadeira, subindo e sufocando as demais espécies.

Dessa forma a retirada do rattan da natureza acaba sendo benéfica para as plantas que vivem ao seu redor.

Aplicado como um enfeite decorativo para móveis ou usando um efeito quase total, o rattan vem fazendo cada vez mais parte do nosso cenário estético cotidiano nos dias de hoje.

Claro que as razões da sustentabilidade não são as únicas pelo qual o rattan vem aparecendo mais na nossa decoração.

Além disso, o material acrescenta uma sensação tátil, porém leve e elegantemente natural. Em particular essas sensações se destacam quando usado como material de cobertura para ambientes ou grandes superfícies.

fonte: https://www.decorfacil.com/rattan/

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Construímos seus sonhos, sustentamos seu futuro.

Daniela Manosso Bampi é arquiteta LEED GA. Graduada pela Universidade de Caxias do Sul e Pós Graduada em Construção Sustentável pelo INBEC.

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Light Steel Frame – Sustentabilidade e Harmonia

Ter uma casa sustentável é muito complicado!?
Será mesmo?

Provando que isso é um mito, saiu hoje, dia 25 de janeiro de 2019, uma matéria no jornal O Pioneiro, de Caxias do Sul, uma matéria sobre um dos projetos do escritório.

A matéria fala sobre como é possível construir uma casa sustentável atentando para questões de arquitetura bioclimática e escolhendo formas de construir que tenham menor impacto ambiental.

O projeto da reportagem é uma casa de campo, que escolheu como método construtivo o Light Steel Frame.

Dá uma conferida na matéria na íntegra:

 

Tem curiosidade sobre o sistema?
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Encontro Sobre Light Steel Frame da Serra Gaúcha

Na última quinta feira, 22, reunimos uma equipe de peso para conversar um pouco sobre as tendências tecnológicas e as boas práticas aplicadas na construção em Light Steel Frame com um grupo de arquitetos e engenheiros de Caxias do Sul e região.

O evento – Encontro Sobre Steel Frame da Serra Gaúcha – organizado pela Constru’a Steel Frame com o apoio da Smart Sistemas Construtivos e a PlacLux foi um momento de troca de experiência e aprendizado para todos os participantes!

Entre as palestras do evento, foi possível entender um pouco mais sobre o método e todo o processo do Light Steel Frame com o Engenheiro Civil Wyllian Ferreira Bichinski, coordenador de orçamentos da Smart Sistemas Construtivos.

Em seguida, o diretor comercial da Espaço Smart, Daniel Ramos, trouxe os diversos tipos de revestimentos do sistema com amostras reais e que o público participante teve a oportunidade de poder entender melhor através de uma palestra super ilustrativa e dinâmica.

O Diretor da Constru’a, Sander Fogliarini também falou ao público sobre a mão de obra do sistema e como ele vem se desenvolvendo com força aqui na Serra Gaúcha.

O Diretor Comercial da PlacLux, Fabio Din, trouxe informações valiosas sobre a disruptura que esta ocorrendo na mentalidade dos investidores, projetistas e construtores em detrimento do apelo do mercado por obras cada vez mais rápidas, leves, sustentáveis, duráveis e eficientes.

E para finalizar, eu, Daniela Manosso Bampi, falei um pouco sobre por que eu  escolhi o sistema Light Steel Frame para ser o principal sistema construtivo das minhas obras.

Acesse e saiba mais em:
Construà Revestimentos: http://www.construa.net/
Daniela Manosso Bampi : http://www.danielamb.com.br/

PlacLux: https://www.placlux.com/
Smart Sistemas Construtivos:https://www.smartsistemasconstrutivos.com.br/

Veja também uma matéria no blog da PlacLux sobre o evento.

Tem curiosidade sobre o sistema?
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Sustentabilidade: Desafiando o mercado tradicional aos poucos

Por aqui falamos  muito em sustentabilidade voltada à construção civil.

Mas já pensou que podemos fazer muito em atitudes do nosso dia-a-dia para garantir um mundo sustentável para as gerações futuras?

Eu sempre defendo que por menores que sejam nossas atitudes, desde a separação correta do lixo, diminuição da utilização de recursos naturais como principal exemplo a água, ou até mesmo a conscientização na hora de fazer as compras, podem ter grande impacto na preservação da natureza e nossos recursos.

Sustentabilidade no carrinho de supermercado? Ein?

Por exemplo:

Na hora de fazer as compras mensais da casa podemos observar vários pontos em que podemos diminuir a geração de resíduos sólidos.

Atentando para produtos que possuam menos embalagens, produzidos de forma orgânica, e até mesmo a utilização das sacolas retornáveis na hora de levar nossas compras para casa.

Pensando nisso, hoje trago uma notícia muito legal. Um grupo amigos, com ideais voltados para o meio ambiente  fundaram a  em 2008 a empresa, Tamoios Tecnologia, especializada na fabricação de revestimentos e embalagens ecológicas a partir de materiais biodegradáveis.

Os guris buscam oferecer uma alternativa ao isopor e ao plástico em muitas aplicações e setores, como por exemplo as embalagens fabricadas a partir da fibra da bananeira!

Ficou curioso sobre o projeto do guris? Dá uma olhada na matéria publicada no site da Projeto Draft no mês passado.

Matéria na íntegra

A Tamoios Tecnologia desenvolve embalagens compostáveis a partir de papelão e outros materiais biodegradáveis.

Por aqui nós defendemos e apoiamos qualquer esforço realizado para encarar o desafio de substituir padrões antigos do mercado, seja ele da construção civil, vestuário, alimentação ou qualquer outro.

Outro dia, uma amigo meu, que participava de uma feira em São Paulo, me mandou uma imagem de um produto que substituía o copo plástico,  achei demais, e descobri que, diferente do copo plástico que tem um tempo de decomposição de 50 a 100 anos, esse copinho se decompõe em até 1 ano e meio.

Fonte: Banco de imagens pessoal
Copinho Sustentável                  Fonte: Banco de imagens pessoal

 

O papel utilizado no copo é proveniente de madeiras de reflorestamento e produzido com 100% de fibras virgens. Não utilizam químicos branqueadores no papel, pois fazem mal à saúde, daí a sua aparência creme/parda. Por essas e outras que eles conquistaram diversos certificados de sustentabilidade.

ECopo http://www.mixologynews.com.br/06/2013/cafeina/ecopo-copo-ecologico/

O mundo precisa de novas ideias, e o lucro não pode ser sempre o vencedor da batalha, precisamos focar em questões sociais e que viabilizem um futuro sustentável para as próximas gerações!

Se você também gosta de assuntos voltados a sustentabilidade, e compartilha destes ideais, deixa aqui seu comentário, obervação ou ideia para um futuro sustentável! 🙂


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Aquecendo os coraçõezinhos!Lareira convencional ou canadense?

Eu sei eu sei, ainda estamos aproveitando o calorzinho do verão e o conforto das temperaturas mais altas, e nem queremos saber de lareira ou aquecedores, mas quando chega o inverno precisamos estar preparados certo?
Mas e qual a melhor forma de mantermos nossos ambientes quentinhos?
Eis aqui uma questão que renderia uma boa dissertação!hehe

Poderíamos entrar em pormenores de questões térmicas e desempenho dos materiais da nossa casa, mas como existem muitas opções e isso nos tomaria muito tempo vamos focar em uma das grandes dúvidas que com certeza já apareceu em alguma das suas conversas:

O que afinal de contas é uma lareira “Canadense”? E quais as diferenças entre uma lareira convencional?

 

Lareira Convencional

A já conhecida lareira tradicional, que é aquele que muitos apreciam pelo fato dela proporcionar o som agradável dos estalidos da madeira queimando é uma opção de fácil execução, sendo que na maioria ela é executada em alvenaria, mas pode ser encontrada em modelos pré moldados metálicos ou de concreto.

Lareira á lenha convencional Fonte: Google Imagens

Quem opta por este modelo precisa prever um espaço para um pequeno estoque de lenha.

Em alguns apartamentos é possível aproveitar a chaminé da churrasqueira para a ligação do duto da lareira, viabilizando sua instalação.

E quais os contras desta forma convencional? Se a execução não for 100% correta a lareira pode produzir cheiro, fumaça e cinzas.

Ok! Por aqui tudo certo ne? Mas e a tal Lareira Canadense? E aquele tal de “Pellets”? O que que é isso??

Lareira Convectora

Bom, lareira canadense que é como é conhecida por aqui também é chamada de lareiras de alto desempenho ou convectoras.

Esta lareira possui estrutura de chapa de aço ou de ferro fundido, protegidas por um vidro vitrocerâmico, portanto, mais seguras e fáceis de controlar.

Esse tipo também possui a opção de serem recuperadores de calor.

Como o nome indica, permite recuperar o calor gerado para outras divisores da casa e, em sistema mais sofisticados, contribuir para o aquecimento de água que utilizamos por exemplo, em nossas torneiras.Essa recuperação de calor além de gerar aquecimento para outros ambientes da casa proporciona uma economia significativa na conta luz, sendo que o uso de aquecedores ou ar condicionado torna-se mínimo.

Outra vantagem é que  neste tipo de lareira  pode-se administrar a intensidade do fogo, levando à queima de menos lenha.

Em comparação com uma lareira tradicional, o rendimento de uma lareira convectora (Canadense) é três a quatro vezes superior!

Fonte:http://www.castellarlareiras.com.br/lareiras/grand-firenze-com-coifa

 

O que são os Pellets?

Se quisermos aplicarmos ainda mais questões de sustentabilidade também podemos optar pela utilização Pellets.
Pellet de madeira é um biocombustível que usa como matéria-prima resíduos como a serragem.

Os Pellets são pequenos granulados em formato cilíndrico  e para a sua produção é utilizado resíduos com umidade abaixo de 10%, isto permite que o pellet seja queimado com alta eficiência.

Os pelletes, deverão ter selo de sustentabilidade, e por ser um biocombustível é muito mais rentável que a lenha.

Pellets
fonte: Google Imagens

Outra vantagem do pellet é o seu  armazenamento,cerca de uma tonelada de pellet são equivalentes a uma tonelada e meia de madeira, o que significa que o local para armazenagem pode ser reduzido, além disso, o uso do pellet é muito mais higiénico, pois mantêm o ambiente limpo, sem folhas e insetos.

Show!! Agora é só aquecer a casa!

Lembrando também que devido a existência do vidro, resistente ao calor, toda a fumaça e as brasas permanecem dentro do equipamento, poupando nosso ambiente de cheiros e sujeira.

Mas atenção, durante a utilização deste tipo de lareira convectora é necessário ter cuidado com a produção de partículas e a concentração de monóxido de carbono, arejando regularmente a divisão.

E você? Não larga mão do convencional ou acha que a tecnologia pode melhorar o conforto ambiental da sua casa?

Independente da forma de aquecimento o que importa é estarmos sempre na companhia de quem amamos e aproveitar os bons momentos da vida!!


Fontes:

Minuto Verde, Quercus. Ed. 201 Leya.

Wikipedia: https://pt.wikipedia.org/wiki/Pellet_de_madeira


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SUSTENTABILIDADE  EM PROJETOS DE INTERIORES: Existe um caminho.

Quando pensamos em projeto de interiores de um ambiente, geralmente imagens de luxo, beleza, grande utilização de pedras, madeira e itens de decoração veem à nossa mente.Ou seja, nos parece impossível aplicar a sustentabilidade por aqui. Quando nos propomos a desenvolver um projeto de interiores com a sustentabilidade em mente, precisamos repensar alguns pontos e nos questionamos sobre esse modelo padrão das nossas escolhas influenciadas por imagens diárias que associamos com arquitetura de interiores.

É neste momento que percebemos que além de termos beleza e custo como critérios, precisamos analisar os impactos positivos e negativos que cada material utilizado em um projeto pode vir causar na sociedade ou até mesmo na nossa qualidade de vida como usuário do espaço que estamos criando.

Atualmente, a base do desenvolvimento sustentável de um projeto de design de interiores traduz-se como desenvolvimento durável. Ou seja, nos referimos a materiais que tem uma  vida útil,que seja muito maior do que outros

E atenção, arquitetura de interiores sustentável não se resume à reutilização de insumos com a decoração sustentável, como por exemplo a utilização em novas formas de móveis de paletes, caixotes ou pneus por exemplo. A arquitetura sustentável está muito além deste “upcycle” que damos a alguns materiais.

Uma arquitetura de interiores sustentável deve levar em consideração alguns pontos, veja abaixo 3 pontos que listamos como os mais impactantes para um bom projeto:

1- Atenção às necessidades humanas

Todo mundo quer um banho quentinho, uma casa bem iluminada, um ambiente aconchegante. Por isso, no momento de projetar de forma sustentável, analisar a maneira como os sistemas utilizados para nos trazer estes confortos funcionam é essencial. Produtos com selos de eficiência Procel (INMETRO), metais com dispositivos economizadores de água e lâmpadas com baixo consumo terão um menor ou maior impacto ambiental, determinando, ainda, qual será a influência financeira nas contas do fim do mês.

Dispositivos economizadores de água para metais. Fonte: Google imagens
Selo Procel

2- Preferir materiais com conteúdo reciclado, mas principalmente, recicláveis.

Uma das características mais estimuladas na escolha de materiais sustentáveis é escolher produtos com conteúdo reciclado. Mas é preciso observar três coisas importantes:

É pertinente?

Possuir conteúdo reciclado é pertinente àquele produto? Nem todo produto pode ter conteúdo reciclado ou pode possuir altos teores de conteúdo reciclado, por causa da qualidade e segurança do produto. Existem normas que determinam as porcentagens de escória para cada tipo de cimento, por exemplo. E ainda não é recomendado tubulações de água e fiação elétrica com conteúdo recic

lado.

É tóxico?

Nem todo resíduo precisa ou pode ser incorporado em um novo produto. Em ambientes internos, por exemplo, alguns elementos podem ser tóxicos, como pisos fabricados com resíduo de pneu.

É reciclável?

Por fim, nem todo produto com conteúdo reciclado é reciclável. O conceito de nutriente técnico e biológico pode ajudar na escolha. Um nutriente técnico é um insumo que poderá ser reciclado quimicamente ou mecanicamente em uma fábrica como, por exemplo, metais, plásticos e vidros.

Um nutriente biológico poderá ser restaurado pela compostagem ou pode ser biodegradável, como algodão e madeira (sem tratamento). Produtos que misturam nutrientes técnicos e biológicos, como tecidos com PET e algodão, telhas de papel reciclado com betume e placas de compósitos de papel, plástico e alumínio, inviabilizam a reciclagem, necessitando uma tecnologia de reciclagem e logística reversa especiais e muitas vezes, inviável.

Símbolo reciclagem.

3- Jardim ou plantas internas? Como escolher de forma apropriada.

Trazer a natureza para nossos ambientes internos sempre traz  boas energias e animam o ambiente, mas antes de colocar qualquer folhagem ou árvore internamente é necessário alguns cuidados:

Busque sempre utilizar espécies nativas regionais e nunca use espécies invasoras.

Plantas nativas terão menor manutenção e menor consumo de água, além de promoverem a biodiversidade local.

Escolha de espécies adequadas ao local: avalie primeiramente a luz do ambiente para especificar plantas de sombra, meia-sombra ou sol.

Escolha um local viável para instalar um jardim interno ou parede verde.O ambiente precisa receber alguma iluminação natural. Espaços sem acesso a aberturas poderão até receber plantas, mas será necessária a instalação de iluminação especial, que produza pouco calor e forneça luz nos comprimentos de onda que são mais utilizadas no processo de clorofila da planta. Ainda, isso poderá não ser suficiente para a sobrevivência e beleza da vegetação

Vegetação em ambientes internos. Fonte: Google imagens

Para você que quer ter um ambiente além de moderno, saudável e ecologicamente correto, vale seguir os caminhos do design de interiores sustentável. E fica a dica: Ao contrário dos modismos da área, que impactam o meio ambiente pelo uso exaustivo de um mesmo material por uma grande quantidade de pessoas, um projeto de design que tem por objetivo ser realmente sustentável deve ser capaz de trilhar o caminho do bom senso, prezando pelo equilíbrio e sem jamais cometer exageros. (Marisa Murta, Arq. E Urb.)


Fontes : http://www.temsustentavel.com.br/design-de-interiores-sustentavel/

5 ESTRATÉGIAS DE SUSTENTABILIDADE PARA PROJETOS DE INTERIORES


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México – Uma viagem de cinema!

Foi ao som de Sam Smith e através das telonas no filme 007 Spectre que eu planejei minha última viagem.Para quem  não sabe do que estou falando, neste filme nosso querido 007 utiliza as belezas da Praça do Zócalo na cidade do México para uma cena de quase cinco minutos em um desfile do Dia dos Mortos na capital mexicana.

Além de ter despertado toda minha curiosidade para esta cultura neste filme, há tempos já queria visitar o México pela curiosidade que sempre tive nas civilizações pré-colombianas que ali viveram e todo o legado deixado por eles.

PRIMEIRA PARADA:Cidade do México

Na Cidade do México meu maior interesse era observar e entender a cultura em torno da celebração do Dia dos Mortos.No México, o dia dos mortos é uma celebração de origem indígena, que honra os falecidos no dia 2 de novembro. A UNESCO declarou-a como Património Imaterial da HumanidadeÉ uma das festas mexicanas mais animadas, pois, segundo dizem, os mortos vêm visitar seus parentes. Ela é festejada com comida, bolos, festa, música e doces. Segundo a crença popular, nos dias 1 e 2, chamados de Días de Muertos, os mortos têm permissão divina para visitar parentes e amigos. Por isso, as pessoas enfeitam suas casas com flores, velas e incensos, e preparam as comidas preferidas dos que já partiram. As pessoas fazem máscaras de caveira, vestem roupas com esqueletos pintados ou se fantasiam de morte.

E realmente foi maravilhoso!Por todo lado que você olha, há cores, detalhes e vida!

México – Mil encantos

 

Além de visitar todas os pontos turísticos da cidade, ainda sobrou um tempinho para ir na icônica Lucha Libre e ver maravilhas da arquitetura contemporânea como o Museu Soumaya.

Lucha Libre / Museou Soumaya
Arquitetura Sustentável

SEGUNDA PARADA:Teotihuacan – Pirâmides

Em busca das civilizações que construíram o México, comecei pelo que que hoje é conhecida como o local de muitas das pirâmides mesoamericanas mais arquitetonicamente significativas construídas na América pré-colombiana: Teotihuacan.

A 48km da Cidade do México, no atual município de San Juan Teotihuacán, no estado do México, Teotihuacan, foi um centro urbano da Mesoamérica pré-colombiana.

O sítio possui um urbanismo sofisticado. A estrutura da cidade reflete a inteligência e força do povo.Muito antes de os astecas chegarem ao Vale do México, Teotihuacan era o centro de um império sem rivais na região. No seu apogeu, entre os séculos 3 e 7 da nossa era, a metrópole chegou ter 200 mil habitantes, uma população urbana sem paralelo em qualquer outro ponto do mundo naquele tempo.

Ali encontramos duas pirâmides. A Pirâmide do Sol é a terceira maior do mundo e foi construída no século II d.C. Tem 225m de lado e 65 de altura. A outra, a Pirâmide da Lua, por mais que seja menor que a do Sol, tem o vértice na mesma altura visto que está localizada em um terreno mais elevado. Tem 45m de altura e junto e desde a sua base, inicia-se o percurso da Calçada da Morte. Além das pirâmides, o sítio arqueológico guarda muitos outros mistérios como o Palácio Quetzalpapalotl, a ruína das casas e labirintos. Outra curiosidade é que em 1998 foram encontrados vestígios humanos e oferendas na Pirâmide da Lua.

Diz a lenda que a pirâmide da Lua suga a energia das pessoas e a do Sol, revigora. Com certeza, fiquei uns minutinhos a mais lá em cima na pirâmide do Sol para voltar cheia de boas energias!

Pirâmide do Sol e da Lua

TERCEIRA PARADA:Cancun – Chichen Itza

Para fechar com chave de ouro, alguns dias na maravilhosa cidade de Cancun. Projetada especialmente para ser um dos maiores pontos turísticos do México, teve sua fundação em 1970 e atualmente, nos cerca de 22km de prais de areia fina a península é diariamente visitada por milhões de turistas.

Além das belezas naturais, Cancun conseguiu preservar suas belezas naturais e sua cultura ancestral, representada principalmente em cidades maias, como Tulum, Uxmal ou Chichén Itzá, fundadas no período pré-colombiano.Os maias foram uma das principais civilizações pré-colombianas e formaram uma sociedade dinâmica, com conhecimentos extensos da matemática e arquitetura à astronomia. Seu domínio se estendeu por territórios que hoje formam a América Central e pela Península de Yucatán, a ponta caribenha do México, cuja porta de entrada é Cancún. Alguns dos maiores sítios arqueológicos com ruínas e pirâmides dessa civilização estão em terras mexicanas.

Um desses sítios são as ruínas da cidade de Chichén Itzá  que era um dos maiores centros urbanos dos maias.A principal atração é a grande Pirâmide Maia, denominada de El Castillo, é o Templo de Kukulcán, o Deus maior dos maias. Fica sitiada no centro da cidade maia e possui 30 metros de altura.Simplesmente maravilhoso. Não é a toa que Chichén Itzá foi eleito em 2007, pelos organizadores da campanha New7Wonders, uma das novas sete maravilhas do mundo.

Pirâmide de Chichen Itzá

Ao me despedir do México me restou mais um aprendizado, a de que as culturas que construíram estes locais tinham como objetivos norteadores das suas obras e estilo de vida o respeito pela natureza e por tudo o que ela pode nos propiciar .Não estamos falando de religião, ou culto, mas sim de algo maior que nós, que somente a natureza pode nos mostrar, algo que podemos além de tudo sentir!

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Acessibilidade e Ergonomia: Pense nisso

Acessibilidade? Não, eu não preciso pensar nisso agora querido arquiteto.

Por que me preocupar agora com questões de tamanho de portas, escadas ou acessos da minha casa se estou em perfeita forma físicas,  na flor da idade, com apenas 34 anos e estou com toda a disposição possível? Vamos para o próximo assunto…..

É assim que você reage quando o assunto acessibilidade é abordado? Ainda acha que é um assunto abordado só com pessoas idosas ou com mobilidade reduzida? Hum, hora de repensar.

Segundo a NBR 9050: Norma Técnica para acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos “Pessoa com mobilidade reduzida é aquela que, temporária ou permanentemente, tem limitada sua capacidade de relacionar-se com o meio e de utilizá-lo. Pode ser pessoa com deficiência, idosa, obesa, gestante ou fraturada, incluindo também pessoas fora do padrão antropométrico médio, além de crianças até seis anos e do idoso regular acima de 60 anos de idade.”

Vamos relembrar alguns pontos da sua vida.

Você nunca caiu de bicicleta?

Nunca teve cãibras incontroláveis?

Nunca teve um pequeno corte na mão que impossibilitou alguns movimentos?

 

Quem nunca se machucou? Acessibilidade é para todos os momentos da vida.

Fonte: Banco de Imagens Google

 

Então. Todos esses são pontos que podem restringir temporariamente o desempenho de uma função ou atividade no nosso dia-a-dia e se nossos ambientes não estiverem pensados para eventos casuais como estes podem criar barreiras físicas que dificultem ainda mais nosso dia.

Para clarificar, barreira física (ou arquitetônica) é qualquer elemento natural, instalado ou edificado que impeça a aproximação, transferência ou circulação no espaço ou equipamento. Não entendeu?….que tal assim: Sabe aquele desnível incômodo de um ambiente para o outro que você sempre tropeça? Ou aquele armário aéreo que você sempre bate a cabeça quando está arrumando a cozinha? E aquela pia baixinha ou muito alta que dá uma dor nas costas sem igual depois de lavar alguns pratos?? Então, todos esses “desconfortos” são consideradas barreiras físicas.

 

 

Dores nas costas são uma das mais comuns reclamações quando o mobiliário não se ajusta ao nosso corpo.                                                Fonte: Banco de Imagens Google


Com o desenho universal pensamos em 
formas de possibilitar o baixo esforço físico, e como podemos utilizar nossos espaços e objetos de forma confortável e com o mínimo de fadiga. Finalmente, pode prover dimensão e espaço apropriados para o acesso, o alcance, a manipulação e o uso, independentemente do tamanho do corpo, da postura ou mobilidade do usuário.Quando projetamos uma casa, um escritório ou até uma cidade, utilizamos o que chamamos de Desenho Universal. As regrinhas contidas nesse conceito visam atender à maior gama de variações possíveis das características antropométricas e sensoriais da população, dessa forma podemos minimizar riscos e consequências adversas de acidentes não intencionais para quem for que utilize o espaço, independente da condição física da pessoa.

Outros dois conceitos muito importantes são a ergonomia e a antropometria. A ergonomia é uma ciência que estuda a relação do homem com os equipamentos que utiliza, com vistas ao aumento da eficiência e à redução de desconfortos, aperfeiçoando seu desempenho, por exemplo, a cadeira que utilizamos todo dia no trabalho, ou a altura da mesa do nosso computador, ou até mesmo o tipo de piso utilizado nos ambientes de circulação de um escritório. Já a Antropometria é o estudo da forma e do tamanho do corpo humano.

Ergonomia na cozinha
Fonte:http://www.arquidicas.com.brergonomia-da-cozinha


Qualquer espaço, mobiliário ou equipamento especificado de acordo com a norma, aplicados e dimensionados com cuidado e bom senso, certamente garantirão maior amplitude de uso a diferentes padrões antropométricos, determinando maior bem-estar, melhor qualidade de vida e inclusão social.
Por isso é tão importante que seu arquiteto utilize a norma NBR 9050 e os conceitos do desenho universal em seus projetos.

Cobre esse conhecimento do seu arquiteto. E lembre-se, apoiar questões de acessibilidade na sua cidade com certeza trará benefícios enormes para todos, pois à medida que houver efetiva acessibilidade nas cidades, mais pessoas com mobilidade reduzida serão qualificadas para assumir os postos de trabalho disponíveis no mercado, havendo efetiva inclusão social e profissional.

Fontes: NBR 9050: Norma Técnica para acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos 

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Gesso: sim, sou reciclável!!

Largamente utilizado em nossas obras atualmente, para o revestimento de tetos e paredes assim como também para divisórias, o Gesso também é um dos principais componentes do sistema Light Steel Frame.

Instalação de Forro de gesso
Fonte: Banco de Imagens Google

 

A quantidade de gesso usada no Brasil na década de 90

 era equivalente a 5 quilos por habitante ao ano. 

Atualmente a média anual está em 30 quilos por brasileiro.

A matéria-prima para a fabricação do gesso é o minério chamado gipsita, cujas maiores jazidas estão localizadas no polo gesseiro de Araripe, no sertão de Pernambuco – o polo é responsável por 95% da produção nacional.

Dado essa grande utilização deste material, o descarte de sobras e a reciclagem do mesmo precisa ser pensada de forma séria. Destinar os resíduos deste material para a reciclagem e após aplicá-los nos processos produtivos, além de reduzir a extração do minério gipsita (matéria-prima para a fabricação do gesso), ainda contribui para a diminuição do descarte inadequado do material, bem como a mitigação da contaminação do solo e lençol freático.

Um dos principais motivos para reaproveitar o gesso é diminuir o impacto da logística da distribuição do produto. Desde a extração do minério, nas regiões Norte e Nordeste do Brasil, o material viaja cerca de 3 mil quilômetros até o Paraná. 

Quando descartado de forma inadequada em aterros, pode acarretar sérios problemas ambientais devido as suas características físicas e químicas, que em contato com ambiente pode se tornar tóxico, pois o resíduo de gesso é constituído de sulfato de cálcio di-hidratado. A incineração deste material também pode produzir o dióxido de enxofre, um gás tóxico. As possibilidades de minimizar o impacto ambiental, portanto, estão na redução da geração do resíduo, na reutilização e na reciclagem.

Reciclagem do Gesso
Fonte: Banco de Imagens Google

Gesso sustentável 

Pensando nisso, um estudo estudo conduzido na Unicamp apontou a viabilidade de reciclar o resíduo do gesso proveniente da construção civil. A pesquisa, desenvolvida pela engenheira civil Sayonara Maria de Moraes Pinheiro, atestou a possibilidade de recuperar o material, mantendo as mesmas propriedades físicas e mecânicas do gesso comercial.

O modelo experimental para a reciclagem do resíduo envolve duas fases, moagem e calcinação. Após estas etapas foram avaliadas as propriedades físicas e mecânicas do material reciclado.

“Os resíduos foram submetidos a ciclos de reciclagem consecutivos. Com estes ciclos, nós queríamos verificar se era possível reciclar o gesso, que já havia passado por processo de reciclo. Chegamos até o 5º ciclo de reciclagem e o gesso apresentou características químicas e microestruturais similares ao longo de todo o processo. Podemos inferir, portanto, que ele pode ser reciclado indefinidamente”, conclui.

Os ciclos de reciclagem provam, segundo a engenheira, que o gesso da construção civil pode ser totalmente sustentável.

“Pode-se utilizar o resíduo  em diversos ciclos de reciclagem, que é uma das diretrizes da sustentabilidade no setor. Além disso, evita a extração da matéria-prima de fabricação do gesso, que é a gipsita”, complementa.

A responsabilidade pela correta destinação dos resíduos de gesso é dos geradores, ou seja, neste caso os construtores. Os mesmos devem separa-los em caçambas específicas para este material, para que o descarte seja realizado corretamente.

O gesso precisa ser recolhido em caçambas específicas.
Fonte: Banco de imagens Google

Reciclagem

O que era voluntário passou a ser compulsório. Com o desenvolvimento de tecnologias para reaproveitar os resíduos de gesso, o material passou para a categoria de reciclagem obrigatória.A resolução nº 307 do Conselho Nacional do Meio Ambiente (CONAMA) alterou a classificação material de Classe C (ou seja, materiais que devem ser armazenados, transportados e destinados em conformidade com as normas técnicas específicas), para a Classe B (ou seja, materiais que deverão ser reutilizados, reciclados ou encaminhados para áreas de armazenamento temporário, sendo dispostos de modo a permitir a sua utilização ou reciclagem futura).

Aqui no Rio Grande do Sul ainda possuímos poucas empresas que reciclam este material, sendo que a maioria das empresas daqui reutilizam o gesso reciclado como fertilizante na agricultura.

Fontes:

 http://www.forumdaconstrucao.com.br/conteudo.php?a=29&Cod=1321

 http://obrassustentaveis.com.br

http://pct.capes.gov.br/teses/2011/33003017041P4/TES.PDF

Construímos seus sonhos, sustentamos seu futuro.

Daniela Manosso Bampi é arquiteta LEED GA. Graduada pela Universidade de Caxias do Sul e Pós Graduada em Construção Sustentável pelo INBEC.

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Você já pensou em usar carpete na sua casa?

Com todas as opções existentes para revestimentos de pisos, o carpete muitas vezes não é levado em conta como opção por falta de informações.Lembro-me de um tempo em que ter carpete nas áreas, como quarto e sala, em casa, era praxe na arquitetura de interiores. Com a tecnologia invadindo o mundo dos pisos e revestimentos ficou cada vez mais fácil trabalhar com materiais como a madeira e até mesmo o porcelanato em suas diversas texturas e cores.

Aos poucos o carpete foi perdendo seu espaço, até por que a utilização do carpete sempre foi muito ligada a problemas com sujeira, poeira (que pode implicar em questões de saúde) e a própria manutenção do produto.

O que muitas pessoas não sabem é que o carpete também EVOLUIU MUITO, e a tecnologia que tanto faz parte dos nossos revestimentos também está presente nesse material.Um exemplo disso, é que existe uma ampla gama de materiais empregados para a fabricação de carpetes, desde as fibras naturais como as sintéticas. É fundamental atentar para as características do local onde o carpete será utilizado, bem como a rotina do ambiente e manutenção antes de escolher que tipo de carpete utilizar. Confira as características dos principais tipos de carpetes:

  • Carpete de nylon: as fibras de nylon são resistentes ao desgaste e ao mofo. O produto também possui boa vida útil e resilência ao peso dos móveis. O nylon pode ser tingido em uma grande variedade cores, resultando em mais opções de escolha de estilo. Por essas razões, os carpetes de nylon estão entre os mais populares no mercado. O carpete de nylon é um dos mais indicados para ambientes de intensa circulação de pessoas.
  • Carpete de polipropileno: o uso desse tipo de carpete como forração para interiores é cada vez mais comum. Resistência a manchas e facilidade de manutenção estão entre as principais vantagens do produto. O seu uso é indicado para áreas de tráfego intenso e cômodos suscetíveis a danos por manchas como o quarto infantil.
  • Carpete de poliéster: o toque macio aliado a uma boa resiliência são os pontos fortes dos carpetes de poliéster. O material também possui propriedades antialérgicas, já que inibe a formação de mofo. Ele também é uma opção de produto ecológico, já que muitos carpetes de poliéster atuais são feitos de garrafas PET recicladas.
Carpete residencial
Fonte: Google imagens

Carpete X Alergia

As  alergias mais comum como renite alérgica e asma são causadas por ácaros, que são artrópodes menores que um milímetro, e seu habitat é a poeira da casa, a chamada poeira fina.Os ácaros se proliferam em locais úmidos e aonde possam se alimentar (Ácaros se alimentam de restos de cabelos, restos de pele (células mortas da pele), pelos, caspas, restos de alimento e mofo. Ou seja, eles podem estar na sua cama, na sua cortina, no seu sofá…

Nos ambientes da nossa casa, independente do tipo de piso, existe uma quantidade considerável de pó flutuando no ar. O carpete tem excelentes propriedades para reter este pó. Conforme o pó assenta, fica retido entre as fibras até que seja aspirado, sendo assim totalmente eliminado do ambiente.

Dessa forma, em ambientes acarpetados a quantidade de pó flutuando no ar é inferior a ambientes revestidos com pisos frios

Os carpetes são construídos com fibras sintéticas onde os ácaros não sobrevivem. Carpetes não são um terreno fértil, portanto não são uma causa direta.O fato de o carpete reter o pó, evitando que flutue no ar, o torna mais saudável que outros tipos de piso

Fonte: http://beaulieu.com.br/alergia

Limpeza

Como comentei no início do texto, com a evolução da tecnologia empregada nos carpetes, até a limpeza se torna mais fácil. Existem carpetes com fibras altamente resistentes e à prova de manchas. Nesse caso, se algum acidente acontecer e algo cair e sujar o carpete, uma mistura simples de água sanitária e água comum resolve.

Além disso, a limpeza do carpete é feita com aspirador de pó, o importante é manter uma rotina de limpeza para a conservação do mesmo. Uma vez por ano é recomendado uma limpeza profissional.

Fonte: Google imagens

Conforto Acústico e Térmico

A superfície e a base secundária do carpete agem como isolantes térmicos. Em ambientes aclimatizados, as fibras sintéticas armazenam pequenas quantidades de ar que retêm a temperatura por mais tempo, proporcionando menos consumo de energia, tornando-o mais confortável e agradável do que qualquer outro tipo de revestimento para o piso.

Para melhorar ainda questões de conforto, a utilização de uma espuma de Poliuretano  sob o carpete, protege e prolonga sua vida útil.

A espuma é um produto reciclado, reciclável e ambientalmente CORRETO.

                    Fonte: Projeto residencial – Arq. Daniela Manosso Bampi

Sustentabilidade

Algumas empresas fabricantes de carpete, como por exemplo, a Beaulieu do Brasil já possuem o Rótulo Ecológico ABNT para os revestimentos têxteis para o piso. O certificado é a garantia ao mercado de que a empresa está comprometida com a redução dos impactos ambientais do seu processo, com a redução de desperdícios (reciclagem de resíduos) e com a melhoria dos seus processos produtivos, com aumento de eficiência.

 

Fonte: ABNT

 

 É verdade que muitas são as opções de cores, texturas e tecnologias presentes em cada tipo de carpete, e que é claro, comparado com outros materiais como porcelanatos ou pisos laminados ou vinílicos as vantagens e desvantagens podem ser comparadas a fundo, mas no final das contas, o que manda mesmo é o nosso gosto pessoal, não é mesmo? Então lembre-se, esteja sempre aberto as possibilidades. Seu arquiteto vai poder fazer as melhores comparações dentro das suas necessidades!

Daniela Manosso Bampi é arquiteta LEED GAGraduada pela Universidade de Caxias do Sul e Pós Graduada em Construção Sustentável pelo INBEC.

Fontes: https://www.westwing.com.br/carpete/ e  http://beaulieu.com.br/alergia

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